Cascata do Tahiti

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Não, não estive de férias no Gerês. Estive, e vou estando sempre que quero, em “casa”.

Em miúda achava aborrecido não viver na cidade (em Braga, a cidade mais perto, neste caso). Mas, vamos crescendo e vamos aprendendo a olhar de outra forma para o que temos à nossa volta. Aprendemos a dar valor.

Vivo a cerca de 20 minutos do Gerês, portanto tenho mais do que razões para valorizar o que me rodeia. Se é aqui que vou ficar, tenho as minhas dúvidas. Por enquanto vou aproveitando.

Mas, foquemo-nos neste lugar incrível: a Cascata do Tahiti.

Atenção! Muito bonita, mas do demónio para lá chegar. Há provas disso no meu cotovelo.

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A viagem de carro não tem que saber. Ainda antes de chegar ao centro da vila do Gerês, há uma placa à direita com indicação para a Ermida. Depois disso é seguir sempre em direção a Montalegre e pelo caminho irão perceber facilmente que chegaram ao local. Ainda assim, enganem-se se pensam que este pequeno paraíso fica “já ali”. Agora sim começa a caminhada entre rochas escorregadias e descidas em terra (nada que não se faça, mas é preciso cuidado, sem dúvida). Tudo piora se seguirem o meu exemplo e o dos meus amigos, que descemos com sacos térmicos, cheios de comida, às costas. Não façam isso! Não sigam o nosso (horrível) exemplo.

Mas acreditem, quando lá chegam, vale a pena cada peripécia, cada tombo, cada nódoa negra (não sejamos dramáticos, eu fui a única que caiu).

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