Marrocos – Marrakech II

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Chegadas do deserto já sabíamos que o dia seguinte iria ser de ronha. E assim foi!

Voltámos na segunda ao final do dia e ainda tínhamos a terça, a quarta e parte da quinta pela frente. Ou seja, cerca de 3 dias.

O Riad já era outro, o Djemanna e, apesar de diferente do primeiro, era muito bom também. Este tinha um estilo menos moderno mas mais aproximado da cultura marroquina.

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A terça escusado será dizer que foi passada entre a preguiça e pouco mais. Aproveitámos para descansar realmente até às horas que quisemos e depois fomos almoçar/lanchar ao Kif Kif, mesmo em frente à Mesquita Cutubia.

Umas voltas por aqui e por acolá e voltámos ao Riad já que não estava a dar para muito mais.

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O penúltimo dia estava reservado para duas coisas: visitar o fantástico hotel La Mamounia de manhã e ir às compras de tarde na Medina e nos seus inúmeros mercados.

O La Mamounia é de entrada livre mas parece-me que isso irá acabar por alterar, até porque se deve tornar incomodativo para os hóspedes ter um sem número de pessoas a passear pelo hotel, ainda assim é um sítio que vale muito a visita. É lindíssimo e tem um jardim igualmente incrível. Portanto é aproveitar enquanto dá.

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A tarde resumiu-se a regatear preços e a perdermo-nos nas ruas da Medina, tão diferentes e tão iguais.

Entre especiarias, candeeiros e tapetes, souvenirs e chá de menta, no fundo queríamos poder trazer de tudo.

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O último dia serviu para ultimarmos algumas lembranças que faltavam comprar, arrumar as malas e seguir para o aeroporto, com bastante antecedência porque já sabíamos o tempo interminável de espera que tínhamos pela frente.

Foi uma viagem incrível e a primeira em que saí do continente europeu.

Vale a pena conhecer a cultura, sentir os cheiros e admirar um quotidiano tão diferente do nosso. Como já tinha dito, não escondo que houve um pequeno impacto na chegada mas que logo fui percebendo os hábitos, costumes e tradições.

Ficámos admiradas de apenas termos assistido a um acidente entre uma mota e dois carros dada a enorme confusão que se passa a toda a hora no trânsito.

Uma questão que me fez alguma confusão inicialmente, depois acabei por me habituar, foi o chamamento para as orações, feito pelo Muezim (nome que se dá ao homem responsável pelo chamamento dos fiéis à oração). É feito cerca de cinco vezes ao dia: ao amanhecer (Fajr), ao meio-dia (Dhuhr), durante a tarde (Asr), ao pôr-do-sol (Maghrib) e à noite (Isha).

A primeira vez que ouvi, completamente sem contar, foi logo na primeira noite, por volta das 5 horas da manhã e confesso que foi arrepiante. Entoa toda a cidade e é marcante. Dois dias depois já me começava a acostumar mas sempre com a sensação de imponência que aquele som impõe.

A ter em conta:
  • Trocámos algum dinheiro em Portugal (Euros para Dirhams Marroquinos) mas aceitam o euro também em bastantes sítios, quer no mercado, quer nos restaurantes.
  • Não me senti completamente insegura mas também não me senti a pessoa mais seguro do mundo. Como em tudo, devem existir cuidados. Como estávamos apenas duas raparigas nunca arriscámos – andávamos com pouco dinheiro e recolhíamos sempre no máximo às 19 horas (quando o sol começava a pôr-se).
  • Não senti a pressão das gorjetas que tanto me falaram. Alguns abordam nesse aspeto mas se dissermos que não temos, não fazem alarido.
  • Quanto a pedir indicações, realmente só experimentamos em hotéis/ riads. Na rua, eles insistem em dar mas fazíamos por “não ouvir” para que não exigissem gorjeta.
  • O fuso horário era igual ao de Portugal mas como optaram por não atrasar uma hora nesta última mudança de horário de inverno então agora é uma hora mais tarde do que em Portugal.
  • Novembro é uma boa altura para visitar Marrocos para quem não gosta de altas temperaturas. Conseguem ter um bom tempo para passear em t-shirt. Não está um calor insuportável mas também não está frio.
  • Prato típico: tagine (não fiquei fã).
  • Bebem chá de menta a toda a hora e em qualquer momento do dia.

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Qualquer questão podem perguntar à vontade! 😉

(via instagram, facebook ou mesmo por aqui)

 

Marrocos, novembro 2018

 

 

Fotografia SARA CARDOSO

 

Agência RUMO NORTE

 

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